terça-feira, julho 27, 2010

Revolta, revolta, revolta!

È revoltante! Clique na imagem e veja a charge em tamanho maior, para sua revolta!

Recentemente dois fatos abalaram o orgulho, o brio e o patriotismo dos brasileiros e receberam resposta à altura da população que tem acesso à internet e ao microblog twitter. Foram episódios revoltantes!

A primeira confusão foi com o ator estadunidense Sylvester Stallone, conhecido por representar papéis de alta carga dramática como John Rambo e Rocky Balboa em filmes dos quais um único soldado dos EUA acaba matando aproximadamente 500 mil soldados asiáticos e consegue com que o russos, no auge da guerra fria, caiam de amores por um pugilista que venceu seu campeão “em plena mãe Rússia”. Tudo para enaltecer a superioridade dos Estados Unidos diante do mundo! É revoltante!

Pois bem, Stallone fez algumas declarações sobre o país que acabaram ferindo o orgulho dos brasileiros. Rambo afirmou que “você pode explodir o país inteiro e eles vão dizer ‘obrigado, e aqui está um macaco para você levar de volta para casa’.” E continuou: “Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar". Rocky Balboa afirmou que isso não passou de piada, é revoltante!

A reação dos brasileiros, revoltados, foi acessar o twitter e descarregar toda a sua fúria com um CALA A BOCA STALLONE, tentando repetir o sucesso mundial do CALA A BOCA GALVÃO. E deu certo, não? O ator acabou pedindo desculpas pela tentativa frustrada de humor. Que humor que nada, isso é pra revoltar qualquer um!

A segunda confusão foi com o piloto Felipe Massa. No grande prêmio da Alemanha de Fórmula 1 o brasileiro, pilotando sua Ferrari, liderava a corrida e seguia tranquilo para a vitória quando recebeu a ordem dos patrões: “Sai da frente e deixa o Alonso passar porque ele tá em melhor colocação no campeonato” – obviamente foi assim que Felipe Massa entendeu a brilhante “mensagem secreta” que o chefe bolou após ler Conan Doyle, Edgar Allan Poe, Agatha Christie e Georges Simenon.

E o fato gerou outra revolta não apenas no twitter, mas também nos blogs e espaços para comentários das versões on-line dos jornais. O termo mais utilizado para se referir ao Felipe Massa foi “covarde” – ei, ele ia perder o emprego, já aconteceu isso uma vez! - e houve até quem inventasse um verbo, o “Barrichelar”: “Felipe Massa barrichelou na Alemanha igual ao Rubinho em 2002”. Que revoltante!

Enquanto esses dois fatos dominaram o twitter, a atenção dos internautas, as conversas e a revolta dos brasileiros, uma notícia que foi divulgada no mesmo período acabou “passando em branco” e não mereceu muita menção e tampouco revolta: o Brasil continua um dos países mais desiguais do mundo e, na América Latina, só é superior na distribuição de renda ao Haiti e à Bolívia. Parafraseando o próprio Stallone, é um lugar problemático.

É revoltante, não? Não parece... o fato não mereceu maior atenção dos internautas que acessam o microblog. Particularmente não levo tão a sério o twitter; no entanto é uma excelente ferramenta de comunicação, divulgação e indexação de notícias -e, claro, diversão - , o que acaba até funcionando como uma espécie de “termômetro” sobre os assuntos que chamam a atenção dos brasileiros que tem acesso ao microblog e à informação – e o que fazer com isso, afinal?

Obviamente o twitter não é composto apenas por modinhas, fãs alucinados do Fiuk, Justin Biba - ou Bieber, sei lá -, Crepúsculo e “pseudo aspirantes a subcelebridades de segunda linha” (!) e nem se trata de conferir rótulos aos usuários, nada disso. Mas é interessante verificar as reações até exageradas de uma considerável quantidade de pessoas para fatos que detonem pueris revoltinhas em 140 caracteres. É revoltante!

Siga-me no twitter e expresse sua revolta CALA A BOCA GROOELAND: www.twitter.com/jaimeguimaraess

quarta-feira, julho 21, 2010

E viva o (bom) humor!

Clique na imagem para visualizar melhor essa tirinha sem graça.

- Uma banana estava prestes a cometer o suicídio. Quais foram suas últimas palavras?
- Não sei.
- Macacos me mordam!


Ah, que é isso, não é tão sem graça assim! É uma piadinha inocente, bobinha...talvez fique mais engraçada se eu contá-la pessoalmente, quem sabe? Bem que eu gostaria de ter esse dom, o de contar piadas e transformar até a piadinha mais sem graça em uma verdadeira comédia.

Mas eu sou bem humorado, apesar da minha cara feia principalmente no final do mês quando verifico a ajuda de custo que insistem em chamar de “salário”. E gosto de pessoas bem humoradas e obras com o mesmo teor. Por isso admiro autores como Mark Twain, Artur Azevedo, Stanislaw Ponte Preta, Millor Fernandes, Luís Fernando Veríssimo e tantos e tantos outros; cinema não é muito a minha praia, mas as comédias do Monty Python são muito engraçadas!

E a TV aberta aqui no Brasil também tem seus grandes momentos na história do humor. Eu não sou tão velho assim, apesar de uns fios grisalhos que insistem em aparecer por aqui, mas lembro de alguns programas incríveis como Os Trapalhões, Chico Anísio Show e Bronco ( com o genial Ronald Golias - e a Nair Bello!); hoje temos, entre os mais vistos, o tradicional “A Praça é Nossa”, o “Zorra Total”, “Casseta e Planeta”, o humor inteligente/engajado ( hã?) do “CQC” e o “Pânico na TV”. O que? “Legiotários”? Ah, tá, boa piada, gostei!

Pobre é uma coisa séria. Além do pobretão aqui não ter ace$$o a canais pagos com séries americanas àqueles com conteúdo voltado às famílias – como a TV Playboy -, também não tenho acesso à Rede TV (felizmente ou infelizmente?) e não vejo o programa do “Pânico...”. E olha que tentei até bombril na antena, mas não funcionou.

Por isso me perdoem se o assunto for “old” ( pensou o que? Tô por dentro das gírias cibernéticas, oeiaoeioeia #brinks!) mas só agora fiquei sabendo da existência de uma tal “Mulher Arroto” neste programa “Pânico...”. Trata-se de uma -gostosa- repórter que entrevista políticos, jogadores, celebridades e, durante a entrevista, a Mulher Arroto faz jus ao seu apelido e solta seus gases em alto e bom tom no rosto das “vítimas”. Nessas horas ficamos felizes pela TV transmitir apenas som e imagem.

Como dito por alguém, o humor é também algo relativo. O que é engraçado pra mim pode não ser engraçado para você e assim o mundo gira e a Lusitana – minha vizinha - roda a bolsinha. Não sei até que ponto arrotar na cara de um entrevistado pode ser considerado um humorístico, mas se há mesmo mudanças nos padrões de comportamento, consequentemente o humor também passa por essas mudanças.

Não estou me referindo propriamente ao “politicamente correto” e ao chamado “bom senso” (limite) para piadas ou cenas de humor com com bichas (homossexuais), gordos (obesos ou portadores de células adiposas em excesso), carecas (deficientes foliculares) e outros grupos, esta é outra discussão; apenas fico receoso: se a moça bonita que arrota no rosto das pessoas é um padrão de humor atualmente, qual será a próxima atração?

Mas não responda ainda, porque tenho uma nova piada pra você. Sabe o que um tijolo falou pro outro? Há um “ciumento” entre nós! Sacou? “Ciumento” = cimento, hã? Hein, hein, hein? E conhece aquela do padre que estava ouvindo as confissões e...ei, espere aí, não vá embora, volte aqui!

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quarta-feira, julho 14, 2010

(breve) história da humanidade

Paul, o Polvo, destaque da Copa do Mundo 2010. Quando um polvo é destaque em uma Copa do Mundo, já dá para imaginar o que foi o nível do futebol... Clique na imagem para melhor visualização.

"Após entrarem na cidade, os peregrinos perseguiram e exterminaram os sarracenos até o Templo de Salomão[...] onde ocorreu um tal massacre que os nossos tinham de chapinhar em uma lagoa de sangue que lhes chegava até os tornozelos.[...] Logo os cruzados se espalharam por toda a cidade, pilhando ouro e prata, cavalos e mulas e saqueando todas as casas, que estavam cheias de riquezas. Depois disso, felizes e chorando de alegria, os nossos foram adorar no Santo Sepulcro do Nosso Salvador Jesus Cristo e tiveram quitada a sua dívida para com ele. "
História Anônima da Primeira Cruzada, 1099. Morrison, Cecile. Cruzadas. L&PM editora

Os espanhóis, com seus cavalos, suas espadas e lanças começaram a praticar crueldades estranhas; entravam nas vilas, burgos e aldeias, não poupando nem as crianças e os homens velhos, nem as mulheres grávidas e parturientes e lhes abriam o ventre e as faziam em pedaços como se estivessem golpeando cordeiros fechados em seu redil. Faziam apostas sobre quem, de um só golpe de espada, fenderia e abriria um homem pela metade, ou quem, mas habilmente e mais destramente, de um só golpe lhe cortaria a cabeça, ou ainda quem abriria melhor as entranhas de um homem de um só golpe. [...] ensinavam cães a fazer em pedaços um índio à primeira vista. Esses cães faziam grandes matanças.
Frei Bartolomé de Las Casas, Brevíssima Relação da Destruição das Índias Ocidentais: O Paraíso Destruído – a sangrenta história da conquista da América, 1552

Para tomarmos uma única casa lutamos quinze dias, lançando mão de morteiros, granadas, metralhadoras e baionetas. Já no terceiro dia, 54 cadáveres de soldados alemães estavam espalhados pelos porões, pelos patamares e pelas escadas. [...] as ruas já não se medem por metros, mas por cadáveres. Stalingrado já não é mais um cidade.
Alain Clark, Stalingrado- Século XX, 1942. Pedro, Antônio. Segunda Guerra Mundial. Editora da Unicamp

Os documentos revelam ser uma prática comum nos campos de concentração a remoção da pele de prisioneiros mortos para a confecção de bolsas, chinelos, luvas e cúpulas de abajur, entre outros artefatos. Cútis tatuadas têm especial valor nesse mercado. Quando não há mortos suficientes para atender à demanda, Rascher encomenda o corpo de 20 ou 30 prisioneiros sadios, que são alvejados no pescoço ou estrangulados para que a região do peito e das costas - as mais nobres para tal manufatura - não seja danificada.
VEJA na História – a 2ª Guerra Mundial.

A Polícia Civil de Minas Gerais pediu na manhã desta quinta-feira a prisão preventiva do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, Paulista ou Neném, suspeito de ser o responsável pela morte e ocultação do corpo da estudante Eliza Samudio, ex-amante do goleiro do Flamengo, Bruno Souza.[...] De acordo com as investigações, a jovem teria sido estrangulada e esquartejada no local, e seus restos mortais comidos por cães.
Terra notícias. 08/07/2010.

Estão aí algumas das passagens que ilustram a trajetória humana em um período relativamente curto de sua história. É verdade que o mesmo ser humano que esquarteja o seu semelhante é capaz de salvar vidas com medicamentos, aparelhos e técnicas aprimorados ao longo dos anos; no entanto, o que perdura neste ser, como escreveu Camus, é o desejo de imperar sobre a sociedade através da violência – e não “basta” matar, é preciso humilhar, oprimir, enfraquecer os espíritos; Esse aspecto aparentemente contraditório do homem já é objeto de debates antigos: para Hobbes o ser humano é egoísta, desconfiado e vive em um estado de guerra permanente – lembre de suas aulas de filosofia na escola quando o professor estimulava discussões sobre a frase “o homem é o lobo do homem”; Rousseau acha que o homem naturalmente é bom, o problema é a sociedade que o corrompe.

Devaneios filosóficos à parte, quando nos referimos ao progresso, do que lembramos? Das conquistas espaciais, das técnicas medicinais, o triunfo dos meios de comunicação, informação, dos transportes reduzindo as distâncias e acabando com as fronteiras. Lembramos de várias facilidades disponíveis em nosso dia a dia com um simples aperto de botão. Sem dúvida houve progresso na técnica, nas máquinas que muitas vezes substituem o trabalho de dezenas, centenas de pessoas. Porém a essência do ser humano parece continuar a mesma de mil anos atrás. O que diferencia um cruzado medieval no século XI que esquartejava muçulmanos, um espanhol do século XVI que ateava fogo em índios vivos de um sujeito do moderno século XXI que esquarteja uma mulher e joga pedaços do corpo da vítima aos cães?

É um pensamento simplista e até ingênuo tudo o que foi escrito acima. Como é simplista e ingênua aquela música que fala em love, love, love o tempo todo e recomenda: all you need is love. Talvez esteja aí uma boa resposta, mesmo que seja cantada por um bando de hippies cabeludos.

Felizmente ainda existem os simplistas e os ingênuos – também chamados de idealistas.

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quinta-feira, julho 08, 2010

Sobre carrascos e vilões

Mesmo distante das comodidades da vida moderna como internet, celular e TV´s de alta definição, consegui acompanhar quase todos os jogos da Copa do Mundo na África do Sul durante um curto período de férias. Os jogos da primeira fase foram ótimos para se tirar aquele cochilo durante à tarde. O que salvou o mundial da África do Sul no quesito futebol ( se é que isso ainda existe) foi a fase final, quando ficam apenas as equipes mais competentes – ou sortudas, isso acontece.

Acompanhei os jogos da seleção brasileira sem esperar grandes coisas do grupo levado pelo técnico Dunga. Não me surpreendi com a eliminação diante da Holanda. A seleção brasileira foi longe demais com um time fraco e que nem de longe honrou a tradição do futebol brasileiro. O novo técnico tem o desafio de retomar aquele futebol técnico que ainda sobrevive, embora na UTI, nos pés de alguns moleques que surgem por aqui, como Neymar e Paulo Henrique Ganso, mas essa é outra história.

O que me deixa chateado de verdade é essa "necessidade" do brasileiro – e com uma bela ajuda de uma parte considerável da imprensa ufanista, mimada e recalcada; se o técnico Dunga deixou algum legado foi que a imprensa esportiva brasileira deve repensar urgentemente o papel que vem desempenhando – em procurar “carrascos” e “vilões” para o fracasso, sobretudo em uma Copa do Mundo.

Quem acompanha futebol e até mesmo quem não acompanha já ouviu nomes como os de Paolo Rossi, Caniggia, Zidane, Henry. Todos jogadores que fizeram gols dos quais eliminaram o Brasil das Copas de 1982, 1990, 1998 e 2006, respectivamente. São chamados de “carrascos do Brasil” e agora mais um jogador entra para este “seleto grupo”: Sneidjer, meia da Holanda.

Qual o “pecado” destes jogadores para serem considerados como “carrascos”? Será que é tão difícil entender que esses jogadores atuam por seleções que também estão disputando um título e para isso é preciso vencer os adversários? São bons jogadores atuando pela seleção do seu país, querem entrar para a história conquistando um título mundial de futebol e se puderem fazer a diferença dentro de campo melhor ainda. Não dá para pensar, então, que um jogador diante do gol aberto ou de uma chance clara de gol pense “Coitado dos brasileiros, não vou fazer esse gol porque não quero desapontar 190 milhões de brasileiros”. Não tem nada de carrasco, algoz ou coisa do tipo: é uma competição, isso é normal.

E o “vilão”? Quando uma seleção brasileira fracassa na Copa logo se procura pelo vilão ou vilões. O goleiro Barbosa, que tomou um gol da seleção uruguaia no Maracanã na final da Copa do Mundo de 1950 – gol que custou o título à seleção brasileira, entrou para a história como vilão, culpado pela derrota e assim ficou marcado pelo resto da vida. Provavelmente o mesmo aconteça ao volante Felipe Melo, considerado “culpado” pela derrota contra a Holanda por contribuir decisivamente para o gol de empate dos holandeses e por ser expulso ao longo do segundo tempo.

O volante, que realmente nunca foi um bom jogador, foi agredido verbalmente no desembarque do vôo da África do Sul e vem sofrendo represálias por parte de alguns torcedores e alguns jornalistas “especializados” em futebol. Estes tentam envolver até mesmo os familiares de Felipe Melo, que nada tem a ver com gol contra ou expulsão do jogador. Será que Gilmar "Dantas" Mendes tinha razão com a história dos diplomas? Pelo menos, até onde se sabe, o jogador não foi ameaçado de morte como o volante nigeriano Kaita. E tudo isso por causa de um jogo de futebol.

Agora imagine o que aconteceria se um jogador da seleção brasileira perdesse o pênalti que poderia dar a vitória ao seu time e classificá-lo para as semifinais? Aconteceu com Cardoso, do Paraguai, em partida contra a forte seleção da Espanha. O que aconteceu o jogador na volta ao seu país? Foi condecorado pelo presidente da República, saudando a seleção paraguaia pela bela campanha no mundial. Certos “jornalistas” brasileiros tem muito o que aprender com os paraguaios e não ridicularizá-los.

A cultura do vencer a todo o custo é tão forte que ninguém se importa que o Brasil venceu um dos jogos desta Copa contando com um gol totalmente irregular – é aquela história do “o juiz não pode roubar contra a gente, só a favor”. Os que falham – e quem nunca falhou?- são agredidos, ameaçados, carregarão a culpa pelo resto da vida. Lidar com o sucesso é bom, é gostoso, mas é necessário aprender a lidar com o fracasso também.

Ao vencedor, as batatas! E aos perdedores, os tomares, ovos, paus, pedras e saliva!

Um vilão de verdade

Saudades dos tempos em que o futebol era notícia por causa dos dribles de Garrincha, os gols de Pelé, as jogadas de Zico, os chutes de Rivelino e Pepe. Infelizmente, hoje os jogadores de futebol ricos, famosos e paparicados se tornam notícia não pelos seus talentos no trato com a bola, mas dividindo as páginas policiais da imprensa.

Agora é a vez do polêmico goleiro (ex?) do Flamengo, Bruno, preso e acusado de participar do assassinato da ex-amante em um crime de contornos bizarros. É apenas (mais) um exemplo de que dinheiro, fama, carros de luxo não representam nada se a pessoa não possui uma boa estrutura emocional e sucumbe ao crime, vícios, más companhias.

Jogadores de futebol envolvidos com traficantes, drogas, assassinatos, promovendo bebidas alcoólicas. E ídolos de milhares de pessoas. E continuarão: basta não falhar dentro de campo. Assim tudo o mais será perdoado, amém.

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